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Energia· 22 de junho de 2026· 1 min de leitura

ANP apreende 86 mil litros de óleo contaminado em Goiás

A ação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) visa combater a destinação irregular de Óleo Lubrificante Usado ou Contaminado (OLUC) no estado.

Redação Giro Engenharia· atualizado em 27 de junho de 2026
ANP apreende 86 mil litros de óleo contaminado em Goiás

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apreendeu 86 mil litros de Óleo Lubrificante Usado ou Contaminado (OLUC) em uma operação de fiscalização realizada em Goiás. A ação é parte do esforço contínuo para garantir a conformidade com as normas ambientais e regulatórias que regem o descarte e o reprocessamento de resíduos perigosos no país.

O OLUC é classificado como resíduo perigoso, e sua destinação inadequada pode causar sérios danos ao meio ambiente, contaminando solo, água e ar. A legislação brasileira exige que todo OLUC seja coletado por empresas autorizadas e encaminhado para reprocessamento, transformando-o em óleo básico para a produção de novos lubrificantes, em um processo conhecido como rerrefino.

A fiscalização da ANP abrange desde a produção e importação de lubrificantes até a coleta e rerrefino do OLUC, visando assegurar que o ciclo de vida desses produtos seja ambientalmente responsável e legalmente amparado. A apreensão em Goiás reforça o rigor da agência na aplicação das normativas do setor.

Para os profissionais da engenharia e gestores de infraestrutura, a operação serve como um alerta sobre a importância da gestão correta de resíduos industriais. Empresas que geram OLUC, como oficinas, indústrias e frotas de veículos pesados, devem estar atentas à contratação de coletores e rerrefinadores licenciados, evitando passivos ambientais e multas.

A destinação irregular não apenas afronta a legislação ambiental, mas também impacta a sustentabilidade do setor de lubrificantes, que depende do rerrefino para fechar seu ciclo produtivo. A atenção à cadeia de custódia do OLUC é fundamental para evitar que empresas sérias sejam associadas a práticas ilegais, garantindo a segurança jurídica e ambiental das operações.

Com informações de Canal Rural.

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