Casa das Amendoeiras / Play Arquitetura
Projetar a casa em volta das árvores que já estavam lá, não apesar delas.

O projeto da Play Arquitetura parte de uma decisão simples e cara: preservar amendoeiras grandes que já existiam no terreno e desenhar a implantação a partir delas. Parece detalhe poético, mas é engenharia de compatibilização: raiz, sombra, fundação e drenagem precisam conversar antes de o partido fechar.
Para quem constrói, o recado é que decisão de preservação tomada cedo custa pouco, e tomada depois, com o projeto travado, vira aditivo e dor de cabeça.
O giro: sustentabilidade de verdade aparece no cronograma e na sondagem, não no release. Quem trata a vegetação existente como obstáculo no fim do projeto paga a conta duas vezes.
“A primeira coisa que admiramos no terreno foi a presença de algumas amendoeiras grandes.”
Esta é uma curadoria com análise do Giro Engenharia. A matéria completa está no veículo original:
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Edifício Bueno Brandão 257 / Königsberger Vannucchi Arquitetos Associados
Um edifício de esquina na Vila Nova Conceição que aposta na relação com a rua, não nas costas para ela.
Fonte: Archdaily Brasil

Reforma e Ampliação de Edifício / Sau Taller d'Arquitectura
Reabilitar e ampliar casas do início do século XX: retrofit é engenharia de diagnóstico, não de demolição.
Fonte: Archdaily Brasil

Casa Barro / Norenaarquitectos
Terra crua de volta ao projeto: técnica tradicional não é nostalgia, é desempenho térmico e carbono baixo.
Fonte: Archdaily Brasil

Loja da Esquina / Ian Moore Architects
De pub de 1869 a loja a casa: reuso adaptativo é o oposto de demolir, e quase sempre mais barato em carbono.
Fonte: Archdaily Brasil
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