Komatsu mira mineração subterrânea no Brasil com 7% de avanço até 2030
A gigante japonesa Komatsu reforça sua atuação no mercado brasileiro de mineração subterrânea, projetando um crescimento de 7% no segmento até o fim da década.

A Komatsu, gigante japonesa da indústria de equipamentos pesados, está investindo no mercado de mineração subterrânea no Brasil. A empresa projeta um crescimento de 7% para o segmento até 2030 e, para atender a essa demanda, estrutura um portfólio de equipamentos específicos para operações de subsolo no país.
A iniciativa é impulsionada pela aquisição da fabricante alemã GGH, especializada em soluções para mineração. Com a GGH, a Komatsu incorpora ao seu catálogo brasileiro equipamentos essenciais para o subsolo, como os de carregamento, transporte e perfuração, atendendo às necessidades complexas e desafiadoras dessas operações.
O Brasil possui um vasto potencial mineral, e a mineração subterrânea é crucial para a exploração de jazidas mais profundas e para a otimização de recursos. Este método, embora exija maior investimento e complexidade de engenharia, oferece vantagens como maior controle ambiental e menor impacto visual em comparação com a mineração a céu aberto.
Para os engenheiros e gestores da área, a aposta da Komatsu significa acesso a tecnologias mais avançadas e equipamentos especializados. Essas inovações podem otimizar a segurança, a produtividade e a eficiência das operações em subsolo, fatores críticos em um setor que busca constantemente por maior automação e redução de custos operacionais.
A expectativa de 7% de crescimento até 2030 indica um cenário promissor para investimentos em infraestrutura e tecnologia aplicada a minas subterrâneas. Profissionais da construção e engenharia podem antecipar um aumento na procura por soluções de engenharia civil e mecânica, desde o planejamento e dimensionamento de estruturas de suporte e acesso até a execução e manutenção.
A movimentação da Komatsu sinaliza uma consolidação e especialização do mercado de fornecedores de equipamentos para mineração subterrânea no país. Gestores e decisores do setor devem observar a evolução tecnológica e a oferta de novos maquinários, que podem impactar diretamente a viabilidade econômica, a segurança e a sustentabilidade dos projetos de mineração a longo prazo.
Com informações de Agência iNFRA.
Leia também
Ponte Palmas-Luzimangues atinge 85% e exige atenção de motoristas
A ponte que conecta Palmas a Luzimangues, no Tocantins, alcançou 85% de conclusão, e a fase final das obras demanda cautela dos condutores que utilizam a via.
Fonte: Agência Tocantins
ETE de Araras, SP, avança para licitação; projeto é de Irineu Maretto
A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Araras, SP, avança para a fase de licitação com um projeto concebido por Irineu Maretto.
Fonte: Repórter Beto Ribeiro
Dispute Boards: A força contratual e o respaldo jurídico que aceleram obras no Brasil
Colegiados de especialistas se consolidam como ferramenta essencial para prevenir litígios e garantir a agilidade em grandes projetos de infraestrutura, com respaldo legal e contratual robusto.
Fonte: Consultor Jurídico
Infraestrutura defasada freia avanço do petróleo offshore, que faturou R$ 278 bilhões
A receita industrial do óleo bruto liderou a economia brasileira em 2024 pelo terceiro ano seguido. Contudo, a inadequação de portos e operações ameaça o próximo ciclo de crescimento da produção offshore.
Fonte: MegaWhat
O Giro na sua caixa de entrada
As notícias que importam para quem é da engenharia, uma vez por semana. Sem spam.
