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Infraestrutura· 19 de julho de 2026· 1 min de leitura

MP investiga BRK por esgoto em Lagoa Manguaba, em Marechal Deodoro

O Ministério Público de Alagoas abriu inquérito civil para apurar o suposto despejo irregular de efluentes pela concessionária BRK na Lagoa Manguaba, em Marechal Deodoro.

Redação Giro Engenharia
MP investiga BRK por esgoto em Lagoa Manguaba, em Marechal Deodoro

O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL) iniciou uma investigação contra a concessionária BRK por suspeita de lançamento irregular de esgoto na Lagoa Manguaba, localizada em Marechal Deodoro. A Promotoria de Justiça da cidade instaurou um inquérito civil para apurar as denúncias de contaminação ambiental, que podem indicar o descumprimento das obrigações contratuais da empresa de saneamento.

A Lagoa Manguaba é parte do segundo maior complexo lagunar do estado de Alagoas, um ecossistema de grande importância ambiental e econômica para a região. O despejo de esgoto sem o devido tratamento pode causar sérios danos à biodiversidade aquática, comprometer a qualidade da água e afetar a saúde pública da população que depende do corpo hídrico para pesca e lazer.

A BRK é a concessionária responsável pelos serviços de saneamento básico em diversos municípios alagoanos, incluindo Marechal Deodoro. A investigação busca verificar se as operações da empresa estão em conformidade com as licenças ambientais e as normas de tratamento de efluentes, que são cruciais para a sustentabilidade dos recursos hídricos.

Caso as irregularidades sejam confirmadas, a concessionária poderá enfrentar sanções legais, que incluem multas e a obrigação de implementar medidas corretivas para mitigar os impactos ambientais. A atuação do Ministério Público reforça a fiscalização sobre os contratos de concessão de saneamento, um setor estratégico para o desenvolvimento e a saúde das cidades.

Para os profissionais da engenharia e gestores de infraestrutura, este caso sublinha a necessidade de rigor técnico e ambiental em todas as etapas de projetos de saneamento. O cumprimento das normas de tratamento de esgoto e o monitoramento contínuo da qualidade dos efluentes são fundamentais para evitar passivos ambientais e garantir a sustentabilidade das operações, protegendo ecossistemas vitais como a Lagoa Manguaba.

Com informações de Francês News.

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