O legado de Milton Santos
Cem anos de Milton Santos: por que o geógrafo ainda explica a cidade brasileira melhor que muito plano diretor.
Milton Santos completaria 100 anos, e a efeméride é boa desculpa para recolocar uma ideia que a engenharia e o urbanismo no Brasil ainda tratam como acessório: o espaço não é cenário neutro onde a obra acontece, é resultado de quem decide e para quem.
Quando ele fala de meio técnico-científico-informacional, está descrevendo o terreno onde a infraestrutura é disputada hoje: dado, logística, território. Ler Milton Santos não é erudição, é entender por que a mesma solução técnica gera uma cidade diferente em lugares diferentes.
O giro: projeto sem leitura de território é projeto que funciona no AutoCAD e falha na quadra. O centenário lembra isso de graça.
“Em maio de 2026, o geógrafo Milton Santos completaria 100 anos.”
Esta é uma curadoria com análise do Giro Engenharia. A matéria completa está no veículo original:
Ler na íntegra em Caos Planejado →Leia também

Brasília não é um bom exemplo de cidade
Brasília como antiexemplo: a cidade planejada que prova que plano no papel não garante cidade boa.
Fonte: Caos Planejado

A revolução de Paris não é a “Cidade de 15 minutos”
O que Paris fez de fato não foi a cidade de 15 minutos, e confundir as duas coisas atrapalha quem quer copiar.
Fonte: Caos Planejado

Mobilidade ou uso do solo: de quem é a culpa pelo afastamento entre moradias e empregos?
A culpa pelo afastamento entre casa e emprego é do transporte ou do uso do solo? A resposta muda onde se investe.
Fonte: Caos Planejado
Pra quem anda a pé, não há contramão
O pedestre é o usuário que todo projeto viário esquece, e o que mais barato seria atender.
Fonte: Caos Planejado
O Giro na sua caixa de entrada
Curadoria semanal das notícias que importam para quem é da engenharia. Sem spam.