Atrasos em construção de data centers excedem projeção para 2025
Atrasos na construção de novos data centers em 2024 já superaram o volume total esperado para 2025, indicando desafios crescentes para o setor.
A construção de data centers enfrenta um cenário de atrasos acentuados em 2024, superando o volume total de interrupções previsto para 2025. Este dado aponta para desafios crescentes no desenvolvimento de infraestruturas essenciais para a economia digital.
A principal razão para o aumento dos atrasos está ligada à forte oposição local e a entraves regulatórios. Comunidades e órgãos ambientais têm levantado preocupações sobre o consumo de água e energia, além do impacto sonoro e visual das instalações, resultando em processos de licenciamento mais lentos e disputas judiciais.
A situação de 2024 é particularmente preocupante, pois os atrasos já registrados excedem as projeções anuais para o próximo ano. Isso sugere que os obstáculos atuais são mais severos e disseminados do que as estimativas anteriores indicavam para o médio prazo.
Para as empresas de engenharia e construção especializadas em data centers, os atrasos representam um aumento nos custos de projeto e execução, além de impactar o planejamento de recursos e cronogramas. A imprevisibilidade na aprovação de novos projetos dificulta a alocação de equipes e equipamentos.
A desaceleração na entrega de novos data centers pode gerar um gargalo na capacidade de processamento e armazenamento de dados, afetando setores que dependem fortemente da infraestrutura digital, como inteligência artificial, computação em nuvem e serviços online. A demanda por esses serviços continua em alta, criando uma pressão por mais infraestrutura.
Profissionais da engenharia e gestores de infraestrutura devem redobrar a atenção aos processos de licenciamento e engajamento comunitário desde as fases iniciais dos projetos. A antecipação de possíveis objeções e a proposição de soluções sustentáveis, como sistemas de reuso de água e fontes de energia renováveis, tornam-se cruciais para mitigar riscos e garantir a viabilidade das novas construções.
Com informações de Fortune.
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