PNM 2050: Brasil planeja reduzir 52% da dependência de fertilizantes
O novo Plano Nacional de Mineração (PNM 2050) projeta uma queda significativa na dependência externa de fertilizantes tipo PK, de 87,3% para 34,9% em 25 anos.

O Brasil projeta uma redução drástica na sua dependência externa de fertilizantes tipo PK (fosfato e potássio), com o novo Plano Nacional de Mineração (PNM 2050). A expectativa é diminuir a importação desses insumos de 87,3% para 34,9% nos próximos 25 anos, conforme informações obtidas de uma fonte oficial com acesso ao documento, que ainda será apresentado publicamente.
Os fertilizantes à base de fosfato e potássio são cruciais para a produtividade do agronegócio brasileiro, que atualmente depende em grande parte do mercado externo. A taxa de 87,3% de dependência atual expõe o país a flutuações de preços e a riscos geopolíticos na cadeia de suprimentos global.
A meta estabelecida pelo PNM 2050 representa uma diminuição de 52,4 pontos percentuais na dependência, indicando uma visão estratégica de longo prazo para a segurança alimentar e a autonomia produtiva do país. O horizonte de 25 anos reflete a complexidade e o tempo necessário para desenvolver novas capacidades de mineração e processamento.
Embora o documento ainda não tenha sido formalmente apresentado ao público, a antecipação de dados por uma fonte oficial sinaliza a direção estratégica que o governo pretende seguir para fortalecer a cadeia de produção mineral e agrícola nacional.
Para a engenharia e a infraestrutura, essa meta ambiciosa sugere uma forte demanda por investimentos em exploração mineral, desenvolvimento de novas minas e expansão de plantas de beneficiamento para fosfato e potássio no Brasil. Isso pode impulsionar projetos de engenharia para infraestruturas logísticas e de processamento, impactando diretamente o planejamento de longo prazo de empresas do setor e a segurança produtiva do país.
Com informações de Agência iNFRA.
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